Cibersegurança mundial e a segurança da sua empresa

A consultoria Gartner estima que o gasto mundial com proteção de informação e serviços alcance US$ 124 bilhões em 2019. Isso significa um crescimento de 8,7% em relação aos US$ 114 bilhões investidos em 2018. A informação foi divulgada em uma matéria intitulada 10 empresas de cibersegurança para acompanhar em 2019.

O investimento tem seus motivos, especialmente face às ameaças digitais que empresas de todos os portes enfrentam. Como o assunto é de extrema importância para todos, neste artigo darei um panorama sobre a cibersegurança mundial.

A urgência da cibersegurança mundial

A última edição do Relatório Global de Riscos do Fórum Econômico Mundial identificou a fraude/roubo de dados e os ciberataques entre as principais ameaças globais. Outros elementos da lista: eventos climáticos extremos, falha na mitigação das mudanças climáticas e grandes eventos naturais, como terremotos e tsunamis.

Isso significa que a cibersegurança mundial (especialmente a segurança de dados e os ataques cibernéticos) passou a ser um tema a ser tratado com a mesma urgência das catástrofes e ameaças naturais.

E não é para menos, afinal, se uma cidade pode ser devastada por uma catástrofe natural em horas, uma empresa pode perder milhões, da noite para o dia, com ataques de hackers. Não há dúvidas que, assim como outros fatores identificados no relatório do Fórum Econômico Mundial, a segurança cibernética é essencial para indivíduos, empresas, economias, governos e nações como um todo.

A cibersegurança no Brasil

A Comparitech realizou uma pesquisa a nível global para verificar a cibersegurança mundial. Conforme apresentado aqui, foram analisados:

  • A porcentagem de celulares infectados com malware;
  • A porcentagem de computadores infectados com malware;
  • O número de ataques de malware às finanças;
  • A porcentagem de ataques via telnet (a técnica é usada pelos criminosos cibernéticos para levar as pessoas a baixar uma variedade de tipos de malware);
  • A porcentagem de ataques de cryptominers (software desenvolvido para dominar o computador de um usuário e usar seus recursos para minerar moeda sem a permissão do usuário);
  • Os países mais bem preparados para ataques cibernéticos;
  • Os países com a legislação mais atualizada.

A pesquisa concluiu que o Japão é o país mais ciberseguro do mundo. Outros países que tiveram bom desempenho foram França, Canadá, Dinamarca e Estados Unidos.

No ranking dos menos seguros para os mais seguros, o Brasil figura na 30ª posição (você pode ver a matéria completa aqui).

Medidas a serem adotadas por nossas empresas

É graças à cibersegurança levada à sério que nossos dados são protegidos, contribuindo para a continuidade dos negócios.

Foi justamente para evitar que organizações fracassassem em tomar medidas suficientes para proteger a si mesmas e a seus clientes contra ameaças cibernéticas, que o Brasil aprovou a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (GDPR).

No entanto, quando falamos em cibersegurança mundial, temos que trazer o tema para mais perto de nós. Medidas aprovadas por governos são um grande passo. A questão é: como nós, como indivíduos, estamos nos protegendo?

Como, por exemplo, sua empresa se protege dos ataques de phishing, malware, ransomware e de engenheiros sociais? Esses são, conforme destaquei neste post, exemplos de ataques diretos aos data centers e nuvens.

Para saber mais sobre como sua empresa pode se proteger, invista alguns minutos na leitura no artigo Como está a cibersegurança da sua empresa?. Caso queira conversar mais a respeito, ou precise de alguma ajuda para deixar sua organização protegida, entre em contato.

Este post foi útil para você? Comente e compartilhe! Aproveite e acompanhe outros artigos acessando o blog da Scurra.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *