Cuidados da TI: dicas de como garantir a segurança interna da sua empresa

Tim Berners-Lee foi o inventor da conhecida rede mundial de computadores, que em inglês é chamada de World Wide Web (o famoso “www”). Em português a palavra web significa teia, e se você parar para imaginar que todos somos pequenos insetos andando nessa teia, entenderá melhor o quão perigoso pode ser para seu negócio caminhar por ela desprotegido.

Atualmente, a segurança é sem dúvidas um dos itens que mais preocupa todos os departamentos de TI. Se por um lado os avanços tecnológicos acontecem de forma cada vez mais rápida, é com a mesma rapidez que riscos e ameaças à segurança interna das empresas se proliferam. Uma parte disso é a existência de processos muito antigos, com métodos ultrapassados para detectar ameaças virtuais.

Além de ataques de hackers, vírus e malwares, existe ainda a questão dos itens pessoais dos colaboradores – como smartphones, laptops e tablets que utilizam as redes wi-fi da organização – e os próprios e-mails particulares que são muitas vezes lidos no computador da empresa. Tudo isso significa uma porta aberta para abalar a segurança interna do seu negócio.

Então, como garantir a segurança interna?

Existem diversas ações que podem ser tomadas, mas, a primeira de todas (e talvez a mais importante), é criar uma política de segurança de TI, que constitui em um documento com regras, normas, métodos e procedimentos que todos os funcionários devem seguir, seja qual for o nível hierárquico. A política de segurança de TI será um norteador para garantir confiabilidade, integridade e disponibilidade da informação, além de segurança interna.

Além disso, destacamos:

  • Um fato a se atentar é o acesso à informação. Quanto maior o número de dados que sua empresa tiver, maiores serão suas ameaças à rede e à infraestrutura de TI. Por isso, cuide com os acessos às informações do seu negócio. Garanta que somente pessoas autorizadas possam encontrar determinados documentos e visualizar certos dados.
  • Outra maneira de garantira a segurança interna é optar pela computação em nuvem, já que por meio do cloud computing as informações estarão em um ambiente externo e não em hardwares. A nuvem, aliás, pode também ser destinada ao backup. Sobre isso, é importante que sua empresa tenha uma rotina de backup pautada em um sistema rígido.
  • Como sugestão também está a exigência de autenticação para obter acesso a certas informações. Por exemplo, utilizando listas de controle de acesso (ACLs) na rede corporativa que definirão quais dispositivos, usuários, aplicativos etc., poderão acessar áreas específicas da rede. Isso limitará a quantidade de rede que um dispositivo comprometido pode acessar, limitando, também, o potencial de acesso não autorizado.
  • Ainda é preciso atentar-se para o fato de que uma das maiores ameaças à segurança interna é o e-mail. Utilizar servidor de e-mail criptografado é uma maneira efetiva de reduzir o risco de violação de dados por correio eletrônico. Além disso, tenha uma política de segurança de e-mail bem definida. Um exemplo é não permitir o download de grandes arquivos, pois isso pode ser um sinal de acesso não autorizado.
  • Para complementar a segurança interna, especifique os tipos de dados pessoais que podem ser acessados, bem como quais dispositivos podem ser utilizados. No que diz respeito à internet, inclua na política de segurança as regras com relação ao seu acesso (sites permitidos, horários, etc.).
  • Realize Auditorias em Segurança da Informação, uma avaliação sistemática da segurança do sistema de informação de uma empresa. Como falamos neste artigo, ela basicamente busca medir o quanto o sistema está em conformidade com um conjunto de critérios estabelecidos, além de conduzir uma avaliação com o objetivo de garantir que processos e infraestrutura estejam atualizados. Tudo isso afetará positivamente a segurança interna da empresa.

Como você pode ver, existem diversos aspectos a considerar quando a segurança interna está em pauta. Por isso, é recomendado contar com fornecedores de TI que estejam aptos a avaliar, detectar e agir para eliminar os diversos tipos de ameaças.

Dica de ouro: consulte especialistas!

A avaliação do nível de proteção dos sistemas e infraestrutura de TI deve ser priorizada para garantir que seu negócio não esteja vulnerável às ameaças. Para a realização dessa avaliação, bem como para verificar o que pode ser feito, recomenda-se contar com o know-how de especialistas que saberão trabalhar com as individualidades da sua empresa, garantindo eficiência em segurança e redução de custos.

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